O uso de seringas descartáveis, recomendação tecnicamente mais divulgada para conter a AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adqurida) entre usuários de drogas injetáveis, não será utilizada na campanha de esclarecimento dirigida a esse grupo específico porque o Brasil não conta com uma produção que atenda sequer as metas do programa de imunização. Isto foi o que ficou decidido, ontem, pelo Ministério da Saúde, em Brasília, durante a preparação de uma campanha visando esse grupo de risco. A campanha será lançada no final de maio ou princípio de junho (FSP).