MINISTRO SUGERE SUSPENSÃO DA URP POR PRAZO MENOR

O ministro do Planejamento, João Batista de Abreu, defendeu ontem a suspensão do pagamento da URP (Unidade de Referência de Preços) para o funcionalismo público por um prazo menor que o proposto inicialmente (três meses), com posterior recomposição do pico do salário real na data do dissídio. O ministro chamou sua tese de um "empréstimo compulsório", mais vantajoso que o discutido efeito cascata, porque, segundo ele, este é de complicada operacionalização e dá uma proteção apenas aparente aos salários (JB).