A Polícia Federal enquadrou o ex-ministro do Planejamento Aníbal Teixeira em quatro artigos do Código Penal que dizem respeito a corrupção passiva, supressão de documento público e condescendência criminosa, com agravante de se tratar de um dirigente. Se vier a ser condenado, ele poderá pegar de dois a oito anos de prisão. Também foi indiciado o ex-chefe de gabinete da SEPLAN, Lúcio Veríssimo Machado de Souza (O Globo).