Os cortes de gastos do governo incidirão sobre as obras públicas (a Ferrovia Norte-Sul seria a principal delas), aumento de capital das empresas estatais com recursos da União, convênios, aquisição de carros, máquinas e contratação de serviços de terceiros. Mas a principal diminuição sera a das despesas com pessoal. O ministro da Fazenda, Maíson da Nóbrega, a dar a informação, disse que a dimensão destes cortes dependerá da economia que se puder obter com a redução na folha de pagamentos do setor público. Ele confirmou que a política salarial para o setor público tem que mudar, pois a União não tem recursos para continuar pagando seus funcionários, com reajustes mensais pela Unidade de Referência de Preços (URP). A política que substituirá a URP, no entanto, não está definida (O Globo).