O médico Amílcar Lobo, que participou da repressão militar assistindo profissionalmente aos torturadores no quartel da Polícia do Exército, no Rio de Janeiro (capital), na época da morte do ex-deputado Rubens Paiva (1971), teve, ontem, seu registro profissional cassado pelo CREMERJ (Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro). O presidente do CREMERJ, Laerte Andrade Vaz Melo, disse que os 21 conselheiros concluíram que Amílcar Lobo nunca foi médico, mas "simplesmente um torturador" (JB).