Ao iniciar, ontem, em São Paulo, suas negociações com a FIESP, o grupo metalúrgico da Central Única dos Trabalhadores (CUT) anunciou que a estabilidade no emprego estará entre as suas reivindicações prioritárias, "como forma de assegurar aos trabalhadores uma garantia contra a rotatividade da mão-de-obra que as empresas poderão colocar em prática para reduzir seus custos, como uma adaptação ao novo programa econômico do governo" (FSP).