O presidente da SIDERBRÁS, Moacélio Mendes, anunciou ontem, no Rio de Janeiro, que a empresa está revendo seu Programa de Dispêndios Globais (PDG) para este ano e proporá um acréscimo de US$900 milhões (Cz$87,8 bilhões) no orçamento elaborado em setembro último, de US$450 milhões (Cz$43,9 bilhões). Este acréscimo estava previsto no PDG de 1987, mas não foram liberados. O presidente da SIDERBRÁS disse que "sem estes recursos as siderúrgicas estatais continuarão impedidas de investir nos programas de modernização das usinas e na melhoria da produtividade" (O Globo).