O presidente da CNBB, dom Ivo Lorscheider, defendeu a participação da Igreja na Constituinte, principalmente na formulação de postulados e teses. Entre eles, apontou "a dignidade e a igualdade fundamental, a defesa e a promoção da vida, os direitos da família, a dignidade e a primazia do trabalho, o correto conceito e uso da propriedade, a liberdade de expressão e a relação entre segurança do Estado e segurança do cidadão" (JB).