A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) deve propor ao governo e trabalhadores uma moratória de três meses para pagar a URP (Unidade de Referência de Preços), como resultado de um estudo para alterar a política salarial hoje em vigor. Essa idéia foi lançada no último dia 22 pelo vice-presidente da entidade, Paulo Francini. Sua fórmula consiste em suspender os reajustes salariais nos três meses posteriores ao dissídio de cada categoria. Isso evitaria, na opinião do empresário, uma reposição salarial que acompanhasse de perto a inflação. A reposição só teria início no quarto mês após o dissídio e continuaria sendo calculada de acordo com a fórmula atual (GM).