As conversações entre o governo brasileiro e o FMI (Fundo Monetário Internacional) devem resultar num acordo "standy-by" (linha de crédito de curto prazo), com duração de 12 a 18 meses e o desembolso de uma quantia em torno de US$750 milhões para o Brasil durante o ano de 1988. A agenda para chegar a esse acordo foi acertada em Washington pelo ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, e o diretor-gerente do Fundo, Michel Camdessus. Segundo o ministro, desta vez o FMI não vai exigir do Brasil uma "redução drástica do déficit público" como fez em 1983 (FSP).