O avanço dos chamados "movimentos religiosos independentes" no Brasil-- atingindo as bases da Igreja Católica e, também, o contingente das igrejas protestantes mais antigas--, além do estabelecimento de um fluxo informativo menos conflitante entre as dioceses, a CNBB, o papa João Paulo II e a Cúria Romana, são alguns dos temas centrais da reunião de cúpula, iniciada ontem no Vaticano e com término previsto para o próximo dia 15, entre o papa, os dirigentes dos vários dicastérios (ministérios) pontifícios, os cinco cardeais brasileiros, a presidência da conferência episcopal e os dirigentes dos 14 secretariados regionais dessa entidade (FSP).