O líder do PFL no Senado Federal, Carlos Chiarelli (RS), disse, ontem, em Porto Alegre, que é "absolutamente inaceitável e absurda a idéia de zerar os trabalhos do Congresso Constituinte e formar uma comissão de juristas para concluir a nova Carta", como sugeriu o ministro da Comunicações, Antônio Carlos Magalhães. O senador afirmou que o Congresso Constituinte é uma aspiração da sociedade para a realização de reformas sem traumatismos no país e que "negar a aspiração do povo é reverter a ordem" (FSP).