O Instituto de Pesquisa da Marinha, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro (capital), está desenvolvendo dois projetos inéditos no Brasil: um canhão antimíssel-- em fase de teste--, capaz de dar 1,2 mil tiros por minuto e destruindo alvo a três quilômetros de distância e o Sistema de Informações Táticas e de Apoio à Navegação (SITAN), do qual participam as empresas paulistas ESCA (Engenharia de Sistemas de Controle e Automação S/A) e Datanave S/A, e a carioca SFB-Informática S/A. Fazem parte do projeto do SITAN a construção de "transdutores de cerâmica de som" (que transforma energia elétrica em sonora e vice-versa) e um foguete do sistema "chaff" (capaz de confundir e despistar o alvo inimigo, criando falsas imagens). As informações foram dadas pelo diretor do Instituto de Pesquisa da Marinha, contra-almirante Mário Jorge Ferreira Braga, que não quis revelar o valor dos novos projetos do Instituto (FSP).