A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo desativou em agosto último o Hospital Emílio Ribas II, que internava aidéticos, mas continuou a pagar o aluguel do prédio. O contrato de locação foi renovado em novembro último e o aluguel custa aproximadamente Cz$2,4 milhões-- quantia que permitiria a compra de 36.666 testes anti-AIDS no exterior, através do Ministério da Saúde, que paga Cz$60,00 por teste. O hospital continua desativado, apesar de o coordenador do Programa de AIDS da secretaria, Paulo Ayrosa Galvão, ter afirmado no último dia 19, na reunião da Comissão Nacional de AIDS, em Brasília, que há uma demanda reprimida de leitos e de atendimento ambulatorial em São Paulo (FSP).