O presidente José Sarney assina esta semana um decreto que disciplina os reajustes salariais no setor público, sem alterar a legislação em vigor. Serão proibidas as antecipações salariais, contratações, promoções e equiparações. Ficam mantidos os aumentos mensais de acordo com a variação da Unidade de Referência de Preços (URP), como informou ontem em Brasília o secretário-geral do Ministério da Fazenda, Mário Berard. O governo pretende também fixar um índice máximo de 2% de produtividade para este ano, que será utilizado para os reajustes salariais do funcionalismo. Esta regra só prevalecerá para as empresas do setor público. As empresas privadas poderão conceder aumentos, desde que não sejam repassados aos preços (O Globo).