Completa hoje cinco dias a greve dos 25 mil profissionais da área de saúde (médicos, enfermeiros e outros funcionários) do Estado da Bahia. Eles prometem iniciar hoje uma paralisação gradativa do serviço de emergência-- único com atendimento normal-- para pressionar o governo a atender a principal reivindicação dos trabalhadores: isonomia salarial com os colegas do setor de saúde do INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social) (O Globo).