Cientistas norte-americanos do Centro de Controle de Doenças de Atlanta (Geórgia) e da empresa privada Cetus divulgaram, através do último número da revista "Science", um novo método para determinar a existência do vírus da AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) no organismo. Os testes hoje convencionais ("Elisa" e "Western Blot") marcam apenas a presença de anticorpos no sangue, deixando descoberto o período inicial de multiplicação do vírus (três a quatro semanas após a contaminação). Os resultados do novo teste podem ser confirmados com a cultura do vírus. Chamado de "PCR", ele se baseia num procedimento "de reação em cadeia da polimerização (processo em que duas ou mais moléculas de uma substância se reúnem para formar uma estrutura de peso molecular múltiplo das unidades iniciais)". Com isto, os cientistas ampliam a presença do patrimônio hereditário do vírus, o genoma, e em quatro dias podem evidenciar seus genes, seja em estado latente ou ativo (FSP).