Seis entidades de direitos humanos divulgaram ontem, em São Paulo, relatório no qual afirmam ter havido massacre de presos durante a rebelião ocorrida em 29 de julho último na Penitenciária do Estado e que resultou (segundo o governo) na morte de 29 detentos e um funcionário. O documento conclui que a repressão aconteceu quando a rebelião já estava dominada e que o número de mortos é superior ao anunciado oficialmente. As investigações, reunidas em 44 páginas e um anexo com exames necroscópicos dos mortos apontados pelo Estado, incluíram visitas ao presídio e o depoimento de 100 presos (FSP).