O ministro interino da Fazenda, Maílson da Nóbrega, defendeu o "corte profundo" nos gastos do goveno como única maneira de impedir que o país mergulhe na hiperinflação nos primeiros meses do próximo ano. Com o corte, ele acredita, será possível atingir a meta do déficit público de 2% do PIB em 1988. Além dos cortes por extinção, uma série de estatais será privatizada (JB).