Os cerca de mil engenheiros, arquitetos, agrônomos e geólogos que trabalham em órgãos da administração direta do governo do Estado do Rio de Janeiro paralisaram ontem suas atividades por 24 horas. Eles reivindicam equiparação salarial às outras categorias profissionais de nível superior e aos funcionários da administração indireta. De acordo com o presidente da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Mesquita de Souza, o salário médio da categoria é de Cz$35 mil e "está defasado em 50% em relação aos profissionais de saúde" (O Globo).