O presidente do CNPCP (Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária), do Ministério da Justiça, Eduardo Muylaert, recomendou aos secretários de Justiça do Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente, Técio Lins e Silva e Mário Sérgio Duarte Garcia-- cujos estados contam com 50% da população carcerária nacional (75 mil presos)-- que isolem o grupo de aidéticos dos demais presidiários. A orientação contraria a posição do Ministério da Saúde, que defende a adoção de mecanismos baseados em programas preventivos e educativos, sem isolamento, como forma de evitar a propagação da doença no sistema penitenciário. O Secretaria de Justiça de São Paulo informou que numa amostragem de 276 presidiárias, 52 (19%) apresentaram resultado positivo da doença, enquanto em 3.100 homens, 235 (7,5%) estão contaminados (FSP) (O Globo).