CORREGEDOR DIZ QUE NÃO TEM COMO REABRIR CASO RIOCENTRO

O corregedor-geral da Justiça Militar, Célio Lobão, diz que as últimas revelações sobre o caso Riocentro não são suficientes para reabri-lo. Ele disse que "na Justiça, existe testemunha ou ninguém. A carta do general Golbery do Couto e Silva não é um fato novo, é uma opinião dele. Para ser levada em conta, a declaração do ex-ministro teria que ter sido tomada judicialmente ou pelo encarregado do inquérito". Quanto ao depoimento do coronel Leo Frederico Cinelli à imprensa, em que ele afirma que a autoria do atentado deve ser procurada nos orgãos de repressão que atuavam em 1981, Célio Lobão esclarece que a declaração só terá validade se tomada pela autoridade judiciária ou autoridade de Polícia Judiciária Militar (JB).