CNEN REPASSOU TAREFA DE FISCALIZAR A BOMBA DE CÉSIO

A bomba de césio abandonada, roubada e destruída em Goiânia faz parte de um grupo de 209 aparelhos médicos que deveria estar sob controle direto da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), mas não está. Há três anos a CNEN, através de convênio, entregou a tarefa de fiscalização da operação dos equipamentos à ABFM (Associação Brasileira de Físicos em Medicina). O convênio pelo qual a CNEN passou à ABFM a tarefa de fiscalização foi assinado quando a ABFM era presidida pelo físico Carlos Eduardo de Almeida, funcionário da CNEN e subcoordenador da equipe técnica que está em Goiânia tentando contornar as consequências do acidente que vitimou várias pessoas (JB).