O ministro da Previdência, Raphael de Almeida Magalhães, decidiu ampliar o corte de ponto dos previdenciários em greve desde o dia 17, tomando como base avaliação diária do movimento que vem sendo elaborada pela Federação Nacional das Associações dos Servidores da Previdência (Fenasps): "onde o comando de greve estabelecer paralisação total, nós checaremos com os chefes de serviços e cortaremos um dia de salário de todos os servidores", afirmou o porta-voz do ministro, Rangel Bandeira. Os grevistas reivindicam um piso salarial de Cz$15 mil, 96,4% de reposição salarial e extensão de gratificação de 80% a toda a categoria. O ministério ofereceu um adiantamento de 100% em quatro parcelas, a partir de outubro, proposta rejeitada pelos previdenciários (FSP).