O Brasil prometeu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentar suas receitas tributárias, nos próximos três anos, de 10% para 14% do Produto Interno Bruto (PIB); reduzir o consumo do governo de 10,5% para 8% do PIB nesse período, em que a taxa de crescimento se limitaria a 3,5% ao ano; desburocratizar a economia; e criar condições para atrair a cooperação do capital estrangeiro, tanto via empréstimos como via investimentos. Essas são as principais expectativas criadas pelos pronunciamento do representante brasileiro no FMI, Alexandre Kafka, há uma semana, durante reunião de diretoria que aprovou relatório sobre o desempenho da economia para este ano (O Globo).