O presidente da NUCLEBRÁS, Licínio Seabra, disse que há seis meses está negociando a possibilidade de investimentos do governo japonês na prospecção e extração de urânio no país sob a forma de contratos de risco. Segundo Seabra-- que ontem recebeu uma delegação de japoneses para discutir o assunto-- a assinatura destes contratos não quebraria o monopólio sobre a produção de urânio. De acordo com Seabra, os japoneses absorveriam o custo total da prospecção e poderiam, em contrapartida, importar parte do que descobrissem (FSP).