Os bancos internacionais não admitem renegociar a dívida externa brasileira com deságio, mas aceitariam converter uma parcela da dívida em bônus resgatáveis em 20 anos, desde que a proposta tivesse o respaldo do Congresso Nacional. Isto é o que afirma o ex-executivo do Chase Manhattan Bank e ex-consultor de bancos brasileiros na negociação de empréstimos no exterior (1982 a 1984), Joéder Amorim de Sá. Ele chegou a trocar correspondência com o EXIMBANK, o Norwest Bank, com o Bank of America e com o Lloyds Bank sobre a proposta de conversão de 47% da dívida em bônus e garante que há receptividade para a idéia (FSP).