A coordenadora do Programa Anti-AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) do Ministério da Saúde, Lair Guerra de Macedo, disse que o AZT (azidotimidina), droga usada para prolongar a vida dos aidéticos, é vendida clandestinamente no Brasil ao custo de US$33 mil (Cz$1,6 milhão) por um tratamento anual. O preço no exterior é US$12 mil (Cz$585,4 mil). Segundo Lair, os pacientes que usam a droga no país, onde não é produzida, podem estar comprando aspirina no seu lugar. Lair disse que o representante no Brasil do Wellcome (laboratório produtor do "AZT") se comprometeu a apurar a procedência da droga (FSP).