As obras do metrô de Belo Horizonte (MG), praticamente concluídas no primeiro trecho de 12,5 quilômetros, enfrentam dificuldades de recursos. De um orçamento incial de Cr$2,6 trilhões, os recursos foram reduzidos para Cr$1,1 trilhão, o que garante serviços e dinheiro para as empreiteiras-- construtora Mendes Júnior e Sul Americana de Engenharia (SADE) são as principais-- somente até o mês de julho. Segundo o superintendente da Demetrô, Carlos Alberto Salgado, a suplementação que seria necessária relaciona-se a financiamentos já contratados junto ao Midland Bank e Credit Lyonais. São perto de US$45 milhões que deveriam ter entrado no início do ano no país, mas não foram incluídos na lista de prioridades do governo brasileiro (GM).