Os documentos denunciando a suposta participação do CIMI (Conselho Indigenista Missionário) numa "conspiração contra o Brasil" (e envolvendo grupos indígenas da Amazônia) foram considerados Imprestáveis" pelo assessor para questões indígenas do CSN (Conselho de Segurança Nacional) e comandante da Marinha, Afonso Barbosa. A informação foi transmitida no último dia 13 ao presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Luciano Mendes de Almeida, e a assessores do CIMI, pelo senador Ronan Tito (PMDB/MG) (FSP).