O presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato, entregou ao presidente do Congresso Constituinte, deputado Ulysses Guimarães (PMDB/SP), a emenda popular proposta pela entidade contendo cerca de 250 mil assinaturas. A emenda propõe que "a ordem econômica do país seja organizada dentro do respeito à livre iniciativa, preservando o direito de propriedade e proibida a intervenção estatal no processo econômico que resulte na limitação da rentabilidade da empresa privada". A emenda foi acompanhada de outra que pretende manter a estrutura, organização e fontes de renda das entidades mantidas pela indústria e pelo comércio (SENAI, SENAC, SESI e SESC). Mário Amato disse ser contrário ao dispositivo que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e que a estabilidade no emprego deve ser tratada por lei ordinária e não na nova Constituição (O Globo).