O presidente do Sindicato dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro, Teóphilo de Azeredo Santos, disse que, a princípio, os bancos privados do estado não pretendem realizar a antecipação do pagamento do resíduo salarial, a exemplo do que está acontecendo com a indústria metalúrgica. Segundo ele, os banqueiros preferem aguardar a proposta dos bancários, que renovam seu contrato coletivo de trabalho em setembro (O Globo).