O coordenador do "Grupo 14" da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Roberto Della Manna, informou que a entidade não tem nada contra a antecipação do pagamento do resíduo salarial pelas empresas, o que, de acordo com o Plano Bresser, só seria efetuado após o descongelamento de preços e salários, em setembro próximo. A posição da FIESP responde a uma carta dos Sindicatos dos Metalúrgicos de São Paulo, Guarulhos e Osasco, que reivindicava o adiantamento do resíduo e o reajuste do resíduo relativo à inflação do mês de junho. O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), senador Albano Franco, afirmou que a entidade também apóia a antecipação do pagamento do resíduo salarial (FSP) (O Globo).