Segundo resultado do inquérito realizado pela Polícia Federal, o ex-diretor da Censura e Diversões Públicas, Coriolano Fagundes, esteve mesmo envolvido com a máfia do videopôquer. Coriolano foi indiciado pelo recebimento de Cr$100 milhões da Associação Brasileira de Diversões Eletrônicas para assinar portaria liberando o videopôquer (O ESP).